Mushrooms in Yellowstone National Park

Sadly, I didn’t have the opportunity to visit the Yellowstone National Park … yet! But, it’s on my “to do” list!

So all of these pictures are from my dear friend Irina. This is not the first time, nor the last time that I’m posting picture of her. I have pictures for at least one more post!

Infelizmente, não tive a oportunidade de visitar o Parque Nacional do Yellowstone … ainda!! Mas, já está na minha lista de locais a visitar.

Por isso, todas as fotografias são da autoria da minha querida amiga Irina. E esta não é a primeira, nem será a última vez que publico fotos dela. Tenho fotografias para, pelo menos, mais um post.

I’m not going to try to identify these mushrooms. Most of them seem to be some kind of puffballs, with a round shape and no discernible stalk or cap or other structure. They appear to be a compact mass of spores, that release a fine powder of spores with the wind.

Nem vou tentar identificar estes cogumelos. A maioria deles parecem ser algum tipo de “puffballs”, ou seja têm uma forma redonda e não têm pé, chapéu ou outro tipo de estrutura diferenciada. Parecem ser uma massa compacta de esporos, que libertam um fino pó de esporos com o vento.

These last mushrooms were the ones that she liked the most, because they are growing in buffalo feces!!

Estes últimos cogumelos foram os que ela gostou mais, porque estão a crescer em fezes de búfalo!!

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Mushrooms in the park 2011

This park was built three years ago and this was the second consecutive year that I found mushrooms. This year I noticed that the Boletus appeared first and these species appeared several weeks later. Almost all of the species that I noticed this year were not new, I already found them last year.

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Este parque foi construído há três anos e este foi o segundo ano consecutivo em que encontrei cogumelos. este ano reparei que os Boletus apareceram primeiro e as espécies aqui apresentadas surgiram várias semanas depois. Quase todas as espécies que encontrei este ano são repetentes, também surgiram no ano passado.

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Mushrooms in the park 2011

At dusk …

Ao anoitecer

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As you can see, when you take pictures of mushrooms for identification the light is very important. In the last pictures it seems that the mushrooms are pink and they weren’t.

Como podem ver quando tiramos fotografias a cogumelos a luz é muito importante. Nas últimas fotografias os cogumelos parecem ter uma cor cor de rosa que não tinham.

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Merry Christmas

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Mycorrhiza 1.01

As promised, here are some basic concepts about mycorrhiza, my most recent scientific interest.

What is a mycorrhiza?

A mycorrhiza is a symbiotic association between a plant root and a fungus. This means that there is a close connection between these two organisms.

Tal como tinha prometido, aqui estão alguns conceitos básicos sobre o que são micorrizas, o meu mais recente objeto de estudo científico.

O que é uma micorriza?

Uma micorriza é uma associação simbiótica entre a raiz de uma planta e um fungo. Ou seja, há uma ligação íntima entre estes dois organismos.

Are there different types of mycorrhiza?

Yes. Nowadays the scientific community acknowledges 6 types of mycorrhiza: orchid, ericoid, arbutoid, monotropoid, arbuscular and ectomycorrhiza.

Há diferentes tipos de micorrizas?

Sim. Atualmente consideram-se 6 tipos diferentes de micorrizas: orquídeas, ericoides, arbutoides, arbusculares, ectomicorrizas e monotropoide.

How are they different?

As you can see in the second picture (from Manual para a gestão dos recursos micológicos do baixo Alentejo.), the main difference between types of mycorrhiza is the structure that is formed. Or in other words, the way the connection is established between the two organisms. For example, the arbuscular mycorrhiza hyphae penetrate the plant cell wall and form a structure, named arbuscule due to its shape. An ectomycorrhiza changes drastically the morphology of the root tip. They are named ecto because they penetrate the first layers of plant cells, but do not cross the plant cell wall.

Some of these symbiotic associations are more dependent than others. For example, the fungi involved in arbuscular mycorrhiza can’t live enough to form spores and spread, without a connection to a root.

Some plants and fungi can form more than one type of mycorrhiza. The resulting mycorrhiza depends on the environmental conditions and the partner with whom the association is established.

Em que é que diferem estas micorrizas?

A principal diferença entre os tipos de micorrizas é a estrutura que se forma, ou seja no modo como se dá a ligação entre os dois organismos. Podem ver na segunda imagem (retirada do Manual para a gestão dos recursos micológicos do baixo Alentejo.) uma representação dos diferentes tipos de micorrizas.  Por exemplo, uma micorriza arbuscular forma uma estrutura no interior da parede celular das células da raiz da planta, a qual é designada por arbúsculo devido ao seu aspeto. Uma ectomicorriza altera significativamente o aspeto exterior da raiz. O nome ecto surge porque as hifas entram nas primeiras camadas de células da raiz, mas não atravessam a parede celular da célula vegetal.

Algumas destas ligações simbióticas são mais dependentes do que outras. Por exemplo, os fungos das micorrizas arbusculares não conseguem crescer o suficiente para se reproduzir, se não estiverem ligados a uma raiz.

Também existem plantas e fungos que conseguem fazer mais do que um tipo de micorrizas, consoante as condições ambientais em que se encontra e o parceiro com quem estabelecem a ligação.

Which are the most studied mycorrhizae?

The two most studied are ectomycorrhiza and arbuscular mycorrhiza. Because they are present in most of the agricultural and forest plant species.

Many of the legumes found on our dinner plate, like pea and chickpea, have arbuscular mycorrhiza. Pine trees and most conifers have ectomycorrhiza, and many of them produce edible mushrooms. Eucalyptus is so controversy in Portugal, but with huge interest to the paper industry, and have both arbuscular and ectomycorrhiza.

Quais são os tipos de micorrizas mais conhecidos?

Os dois tipos de micorrizas mais estudados e com maior interesse agrícola e florestal, são as ectomicorrizas e as micorrizas arbusculares.

Muitas da plantas leguminosas que encontramos nos nossos pratos, por exemplo a ervilha e o grão, fazem micorrizas arbusculares. Os pinheiros e as coníferas em geral fazem ectomicorrizas, muitas das quais produzem cogumelos comestíveis. O eucalipto, tão controverso no nosso país, mas com elevado interesse para a indústria da pasta de papel, faz micorrizas arbusculares e ectomicorrizas.

Para saberem mais sobre micorrizas recomendo a leitura do Manual para a gestão dos recursos micológicos do baixo Alentejo.

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a day at the lab

Mycorrhiza have always been my lab neighbours … but our relation is evolving and one of this days I will be “breathing” mycorrhiza.

Today, I spent the day at the lab surrounded by mycorrhiza and had the opportunity to work with transformed roots. I didn’t do anything out of the ordinary, but they look so cute!

As micorrizas sempre foram minhas “vizinhas” de trabalho … mas a nossa relação está a evoluir … qualquer dia “respiro” micorrizas!

Hoje, no laboratório passei o dia rodeada de micorrizas e tive a oportunidade de trabalhar com raízes transformadas. Não fiz nada de extraordinário, mas achei-as tão fofas!

The fungi involved in arbuscular mycorrhizal are obligatory symbionts, which make them unable to grow in a medium without  a root system. The “classic”mycorrhizal investigation involves having a whole plant, cutting the roots, staining them and watching them on the microscope.

The transformed roots have revolutionized mycorrhizal research. They allow maintaining pure cultures of mycorrhizal fungi, allow in vivo studies that confirm the transport of nutrients from the medium to the plant through the fungi, and allow a greater control of the experimental conditions.

Os fungos envolvidos nas micorrizas arbusculares são simbiotes obrigatórios e por isso não são capazes de crescer num meio de cultura sem raízes. Os trabalhos “clássicos” de micorrizas envolvem ter uma planta inteira, cortar as raízes, corar e observar no microscópio.

As raízes transformadas revolucionaram a investigação em micorrizas. Permitem manter culturas puras, permitem estudos de microscopia in vivo que confirmam o transporte de nutrientes do meio para a planta através da micorriza e permitem um maior controlo das condições experimentais.

The DNA of these transformed roots was altered in such way that they grow “continuously” in a medium culture without producing stems or leaves. I think that in this genetic manipulation the genes responsible for the stem and leaves formation were inactivated.

O ADN destas raízes transformadas foi alterado por forma a crescerem “indefinidamente” em meio de cultura sem produzirem caules ou folhas. Eu penso que nesta modificação genética os genes responsáveis pela formação do caule e folhas foram inativados.

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The largest fungal fruiting body

“A giant polypore, Fomitiporia ellipsoidea, was found in Hainan Island in southern China. It was 20 y old, and its estimated volume was 409 000 – 525 000 cm3 and weight was 400 – 500 kg. This is the first report of the largest fungal fruiting body both in volume and weight.” in Dai & Cui, 2011

This is an impressive mushroom, both in size and in age. I never tough that a mushroom could be 20 years old.

picture by Dr. Bao-Kai Cui can be found here

Foi encontrado um fungo “prateleira” gigante na ilha Hainan no sul da China. Os autores estimam que este corpo de frutificação tem cerca de 20 anos de idade, um volume entre 409 000 – 525 000 cm3 e um peso entre 400 – 500 kg (Dai & Cui, 2011). Esta é a primeira descrição do maior corpo de frutificação fúngico em volume e massa.

Este cogumelo é impressionante quer em tamanho quer em idade. Eu nunca pensei que um cogumelo pudesse ter 20 anos de idade.

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